ANIVERSARIANTES DO MÊS

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O SANTO E A FERA


A partir daquele momento, os irmãos redobraram seus cuidados por Francisco e até o falcão que costumava despertá-lo, resolveu permanecer calado. Francisco, por sua vez, sentia-se confuso, quase envergonhado, ao ver que seus irmãos haviam se dado conta do ocorrido. Recomendou-lhes encarecidamente que não o dissessem a ninguém e, da forma que lhe era possível, escondia suas chagas com faixas e nas dobras do hábito. Cuidava, inclusive de não deixar transparecer a dor.
Porém, nem sempre é fácil esconder as maravilhas do amor e por isso a descida do Monte Alverne converteu-se em verdadeira apoteose. De todos os povoados e aldeias os habitantes saíam à estrada para ver o santo, como diziam, desejosos de ter uma relígquia sua ou de receber alguma cura. Francisco não se deixou comover por isto e muitas vezes viram-no passar distraído, como se estivesse absorto escutando uma música interior.
Apersar do enfraquecimento e das dores, não quis permanecer recolhido na Porciúncula. Uma força misteriosa o empurrava pelos povoados da Úmbria para anunciar a bondade do seu Senhor. Viajava montado num burrinho. Numa dessas incursões fez-se levar até Gúbio, onde estivera tantas outras vezes desde quando era jovem. Soube que os habitantes dalí sofriam porque muitos lobos infestavam a região e, dentre eles, haiva um muito grande e feroz, ladrão e assassino que matava gado e pastores.
Contrariando a vontade de todos, apeou do asno e esperou a chegada da fera no lugar preferido, fora dos muros da cidade. O povo, entrincheirado nas muralhas, observava-o de longe. Quando o animal chegoy, pasmados viram que Francisco lhe falava e estendia-lhe as mãos. Num determinado momento, o lobo apaziguado dirigiu-se a Francisco e estendeu-lhe uma das patas dianteiras num aceno de amizade. Pouco depois, o santo e a fera caminhavam lentamente em diração à cidade. E continuaram vendo isto todos os dias, até sua morte, porque o lobo deixou de ser feroz e o povo de Gúbio se comprometeu a tratá-lo com amor.

PARA REFLETIR

52. Como explicas o fervor missionário que impulsionava Francisco apesar de sua debilitação física?
      Que lição deixa aos homens de hoje o episódeo de Gúbio?

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