ANIVERSARIANTES DO MÊS

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A NOITE DAS TOCHAS

O Domingo de Ramos foi o dia combinado. Não havia mais razão para prorrogar por mais tempo o projeto. Haviam sido bem planejados todos os detalhes e fora também consultado o bispo. O melhor era agir de uma vez. 

A aprovação do bispo Dom Guido, quanto ao projeto de Clara, ficou manifestada naquela manhã na catedral, quando, depois de abençoar os ramos para a procissão, desceu com uma palma na mão e a entregou pessoalmente à jovem que naquele dia, estava mais radiante e bela do que nunca, como se fosse uma noiva antes do casamento.

E a hora das núpcias chegou. Foi na noite daquele 18 de março. À hora combinada, quando todos repousavam, saiu de sua casa às escondidas, acompanhada de sua prima Pacífica. A escuridão que envolvia as ruas de Assis permitiu-lhes burlar com facilidade a vigilância das sentinelas. Bem depressa, as duas jovens mulheres achavam-se na senda que ia à capela da Porciúncula, levadas pela envolvente força da intrepidez de Clara. Numa curva do caminho, dois irmãos do grupo de Francisco as esperavam com tochas nas mãos. Ao chegarem à capela, muitas já eram as tochas. Todos os irmãos haviam-se feito presentes aí para dar-lhes as boas vindas com canções de alegria. Aquela era uma festa de verdade. Francisco, que presidia a cerimônia, também cantava mas em seu semblante sobressaía certa preocupação por causa das consequências que haveriam de se seguir àquilo que estava acontecendo. Quando Clara descobriu sua cabeça, o brilho das tochas derramou-se pela última vez em seus cabelos dourados que pouco depois caíram como chuva de seda quando Francisco afundou neles a tesoura. A alma de Clara, então, encheu-se de estranha claridade como se nela houvesse se estabelecido, para sempre, a luz de todas as tochas da noite. 

Pouco depois, apareceu vestida com uma túnica grosseira da cor da terra, semelhante àquela dos irmãos. O véu que cobria a cabeça, sinal de consagração, delineava seu rosto ressaltando sua beleza. Rapidamente assemelhava-se a uma andorinha que voava, acompanhada de Francisco e outros dois irmãos, em direção ao mosteiro das beneditinas de Bástia. Ali estaria por alguns dias. 


PARA REFLETIR

38. Que comentário farias com relação à decisão de Clara e à forma como concretizou seu projeto?

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