ANIVERSARIANTES DO MÊS

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BUSCANDO TERRAS LONGÍNQUAS


Havia bom tempo já, que Francisco se sentia tomado por uma força que o impulsionava para as regiões do infiéis. Parecia-lhe que não bastava pregar na sua pátria, na qual já havia muitos pregadores. Estava, sobretudo, convencido de que não era organizando grandes cruzadas de guerreiros que se devia  chegar ao coração dos sarracenos, como pretendiam fazê-lo os cruzados e até o próprio Papa. Além do mais, não podia escondê-lo em seu interior abrigava-se um desejo intenso de ser mártir, da mesma forma como os cavaleiros desejavam derramar seu sangue pelas causas nobres. 
Com o mesmo entusiasmo que costumava colocar em tudo o que fazia, numa manhã, tomou o caminho do porto e, como pôde, embarcou rumo à Síria. Era uma aventura essa viagem, sem retorno, talvez, porém a Francisco agradava a aventura. Com efeito, as coisas não andavam bem e os ventos arrojaram o navio às costas da Dalmácia frustrando seus projetos. Não houve remédio senão regressar à Itália, mas como não dispunha de dinheiro para a passagem, teve que viajar escondido a modo de passageiro clandestino num barco que partia para Ancona. 
Algum tempo depois, renovou seu intento. Desta vez em direção a Marrocos, acompanhado de Frei Bernardo de Quintavale. O melhor caminho era o da Espanha e foi para lá que se dirigiram. Aqui, não foram os ventos contrários que malograram os projetos. Foi  a doença que enfraqueceu  fisicamente Francisco e o obrigou a regressar da Espanha. Porém, visitou antes o túmulo do Apóstolo São Tiago de Compostela. 
Parecia-lhe como que uma força estranha opondo-se a seus projetos e querendo indicar outro gênero de martírio, antes não imaginado por ele. 

PARA REFLETIR

40. Assinala ao menos dois motivos que impulsionavam Francisco à terra de infiéis e que o levaram a superar as dificuldades.

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