ANIVERSARIANTES DO MÊS

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UNS MENDIGOS INCOMPREENSÍVEIS

Em pouco tempo, toda a região da Úmbria soube da existência dos irmãos penitentes da Porcíuncula e, pouco a pouco, foram se lhe agregando novos irmãos. No contato com Francisco, todos eles se tinham enchido de entusiasmo pois ele, mais do que falar-lhes muito, comunicava-lhes sua vivência e sua experiência de Deus. Dedicavam longos momentos à oração e a compartilhar seus ideais. Alguns deles tinham de subir junto com Francisco, a Assis para mendigar o sustento. 

Os moradores de Assis bem depressa passaram da admiração ao cansaço e até à crítica irada. E não lhes faltava razão, porque não era justo que tivessem eles de alimentar a homens jovens e cheios de vigor, muitos dos quais tinham doado suas posses para logo depois dedicar-se à mendicância. 

O bispo Guido, que continuava interessado no processo evangélico de Francisco e seus irmãos, informando destas dificuldades e preocupado com a subsistência deles, propôs-lhes que aceitassem a posse de um terreno para viverem nele, cultivarem-no e dele obterem uma renda que os dispensasse da mendicância. A proposta não podia ser mais tentadora, porém, a resposta de Francisco não se fez esperar: "Senhor bispo, se aceitássemos posses, necessitaríamos de armas para defendê-las, e todos sabemos que as defesas procedem das contendas, das contendas, as divisões e destas, a falta de amor e de paz". Brotou-lhe espontânea a resposta, como fruto de uma profunda convicção. Por isso, disse-a com firmeza mas, ao mesmo tempo, com uma grande doçura, quase sorrindo. Guido sabia muito bem, por experiência, que o que Francisco havia dito era verdade e, por isso, aceitou silenciosamente. 

Os irmãos compreenderam, desde aquele momento, que deviam ganhar o sustento com o trabalho de suas mãos, do modo como o faziam os mais pobres, empregando-se como diaristas no cultivo da terra e em outros serviços mais humildes na cidade. 

PARA REFLETIR

31. Qual tua opinião a respeito da resposta que Francisco deu ao bispo e da forma como a fez?

      Parece-lhe justificável o sentido que os irmãos deram ao trabalho? Por que? Este sentido teria alguma aplicação hoje? Como?

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Com certeza você já ouviu falar de nós. SOMOS OS FRANCISCANOS, os irmãos menores. Com estas três palavras quase que lhe dissemos tudo: somos seguidores de Jesus Cristo ao modo de São Francisco de Assis; procuramos ser irmãos de todos, homens e mulheres, crianças e adultos, plantas e animais; e, além disso, com humildade, alegria e com poucas coisas materiais. Outra coisa que lhe convém saber, é que nós, franciscanos, trabalhamos nas mais variadas áreas, conforme as competências e formação de cada um e as necessidades da Ordem, da Igreja e do povo de Deus no mundo. Procuramos ser peregrinos e forasteiros, pacíficos e humildes, e assim vamos pelo mundo sem nada de próprio, trabalhando com fidelidade e devoção, conforme nos exigem as realidades e necessidades do nosso tempo. Seguindo os passos de Cristo pobre, humilde e crucificado, que reuniu os discípulos em torno de si e lhes lavou os pés.

Nós, frades menores, vivemos em fraternidade, no serviço e no dom recíproco. Queremos continuar anunciando a mensagem de Paz e Bem ao mundo na simplicidade e união fraterna.

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